Memória, História e Patrimônio: perspectivas comtemporâneas da pesquisa histórica

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Memória, História e Patrimônio: perspectivas comtemporâneas da pesquisa histórica

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dc.contributor Universidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.creator Oliveira, Eduardo Romero de
dc.date 2015-08-21T17:53:16Z
dc.date 2015-08-21T17:53:16Z
dc.date 2010
dc.date.accessioned 2016-04-20T18:18:54Z
dc.date.available 2016-04-20T18:18:54Z
dc.date.issued 2016-04-20
dc.identifier http://www.periodicos.ufgd.edu.br/index.php/FRONTEIRAS/article/view/1184
dc.identifier Fronteiras, v. 12, n. 22, p. 131-151, 2010.
dc.identifier 1517-9265
dc.identifier http://hdl.handle.net/11449/126832
dc.identifier ISSN1517-9265-2010-12-22-131-151.pdf
dc.identifier 6385564645445607
dc.identifier.uri http://www.repotur.gov.ar/handle/123456789/5724
dc.description It should be noted that the studies for some time been considering the historical importance of objects and space as components of memory - or “places of memory” in the words of Pierre Nora. The memory would thus be defi ned as an imaginary dimension of society, a mental universe that acquires and social substance that creates the individual with a “social whole” in an open line of work by M. Halbwachs. And this notion of memory allows us to grasp the question sheet. This cult of memory had its place also rise through the delimitation of national heritage - as Françoise Choay, since the establishment of categories of historical monuments in France in 1837. The discussion on equity has progressed in recent decades, as it is conceived as objects, spaces, knowledge and events become “intangible heritage” because it has reference value to the community. It is considered that the references are the property constituting the objects of memory formation, forms of work-life past or present. Anyway, heritage presents itself as the embodiment of a discourse about the past.
dc.description Cabe observar que há algum tempo os estudos históricos vem considerando a importância dos objetos e do espaço como elementos constitutivos da memória – ou “lugares de memória”, na expressão de Pierre Nora. A memória seria assim definida enquanto uma dimensão imaginária da sociedade, um universo mental que adquire substância social e que cria vínculos do indivíduo com um “todo social”, numa linha de trabalho aberta por M. Halbwachs. E esta noção de memória permite apreender a questão patrimonial. Este culto à memória teve seu lugar de ascensão também através da delimitação do patrimônio histórico - conforme Françoise Choay, desde o estabelecimento das categorias de monumentos históricos, na França, em 1837. A discussão sobre patrimônio tem avançado nas últimas décadas, na medida em que se concebe que objetos, espaços, conhecimentos e manifestações tornam-se “patrimônio imaterial” porque tem valor referencial para a comunidade. Considera-se que as referências patrimoniais são aos objetos constitutivos da memória da formação, formas de trabalho e vida passadas ou atuais. De todo modo, o patrimônio apresenta-se como a materialização de um discurso sobre o passado.
dc.format 131-151
dc.language por
dc.relation Fronteiras
dc.rights openAccess
dc.subject Memory
dc.subject Oral history
dc.subject Heritage
dc.subject Memória
dc.subject Patrimônio
dc.subject História Oral
dc.title Memória, História e Patrimônio: perspectivas comtemporâneas da pesquisa histórica
dc.type info:eu-repo/semantics/article


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